Minuta do petitório ao Juizo da 4ª Vara Cível de Campo Grande. A Comissão em Prol do Campusca publica o texto abaixo, para o atendimento de solicitação do Ministério Público e conhecimento e eventuais pronunciamentos do quadro associativo, através do e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , (21) 2415.4464 e (21) 9285.5704.
A resposta do Senhor João Abrahão Éllis Neto ao Ministério Público, encontra-se publicada no final do texto do petitório judicial abaixo, bem como a solicitação do Ministério Público, dirigida ao Presidente da Associação Cultural da Zona Oeste - ACZO.
Excelentíssimo(a) Senhor(a) Juiz(a) de Direito da 4ª Vara Cível , Regional de Campo Grande, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de janeiro
Protocolado em 18.04.12: CGR CVO 4 201201849697 18/04/12 15:46: 09228523 01/4548
Referente: processos: 0011163-66.2005.8.19.0205– (2005.205.011284-0)
0002082-06.1999.8.19.0205 – (1999.205.100520-6)
Associação Cultural da Zona Oeste – ACZO, neste ato representado por seu Presidente, Gilberto José Muniz, brasileiro, casado, empresário, com suas atividades paralisadas, residente na Rua Cumai, 37, em Campo Grande, RJ, RG 80.879483-8 e CPF 238 249 997 49, cujo processo para a formalização legal da entidade encontra-se ajuizado perante o 26º JEC, processo 0038537-81.2010.8.19.0205, neste mesmo foro, ainda pendente de solução, por sucessivas faltas de comparecimentos à 1ª e 2º Audiências de Canciliação, aguardando-se a realização da 3ª , que ainda não foi designada; na qualidade de sócio proprietário do Campo Grande Atlético Clube e de idealizador da Comissão em Prol do Campusca, realizando abaixo assinado, com mais de mil subscrições, entre as quais mais de cem pertencentes a associados e o restante a interesses difusos, como ex-atletas, ex-funcionários, torcedores, admiradores, parentes de associados e jovens pretendentes à carreira profissional do futebol, vem, respeitosamente expor e requerer o que se segue.
1. Em 14 de setembro de 2011, o peticionário argumenta os direitos seus e de milhares de associados do Campo Grande Atlético Clube lesados e não acolhidos por esse Juizo, com fundamento na ausência da subscrição por profissional legalmente habilitado, em violação aos direitos personalíssimos garantidos pela CF/88, embora vários profissionais consultados, não aceitaram a causa – ou até mesmo para a simples reprodução por cópia, de todos os processos judiciais lesivos aos interesses do quadro associativo;
2. Recorrido aos órgãos da Defensoria Pública, o patrocínio foi malogrado por restritos - unicamente aos hipossuficientes;
3. Instado o Ministério Público, através do telefone 127, este indeferiu de plano o pedido, mas reconsiderada, em seguida, a decisão depois de petitório referenciando os Direitos Difusos e Coletivos, afetos, unicamente àquele Ministério Público, constitucionalmente.
4. Em razão da acolhida, recebi por e-mail (cópia anexa), solicitação da Douta Promotora de Justiça Dra. Helena Rohen Leite, da 4ª Promotoria da Justiça de Tutela Coletiva e Defesa do Consumidor e do Contribuinte – Comarca da Capital, para, em 30 dias, enviar manifestação acerca da resposta do Campo Grande Atlético Clube, informando se as irregularidades inicialmente apontadas subsistem, enviando documentação comprobatória das alegações para compor o Inquérito MPRJ IC 949/2011.
5. Hoje, tendo vista dos autos 0011163.66.2005.8.19.0205, ao ler os Despachos, os reproduzo abaixo:
1. Comprove-se a ocorrência das situações previstas no Art. 50 do Novo Código civil e
2. Desentranhe-se a petição de fls 96/99, eis que não foram firmadas por advogado.
6. Graduado em 1974 em Ciências Contábeis. Em 1987 em Direito, além de vários cursos complementares dessas e de outras áreas das ciências, guarda o autor em maior relevo, o aprendizado formado pelo decorrer da vida. Assim, lhe parece, não se poder ter por razoável a dualidade entre os itens 1 e 2, posto que, impor àquele desacompanhado de profissional legalmente habilitado, a incumbência de comprovar a incidência ou não do disposto no Art. 50 do CC, data vênia, parece medida draconiana, pela transferência a parte mais fraca – referida de ilegítima, no próprio Despacho Judicial, obrigações incompatíveis ao tecnicismo processual que, infelizmente, domina as demandas entre cidadãos em detrimento do direito das partes.
Assim, Assumindo a condição imposta por esse Douto Juizo, mas sem o aparelhamento técnico necessário, se valeu o autor do Google, localizando, imediatamente, o Art. 50 citado, adiante transcrito, acrescentando ainda do Art. 49, que, de foro íntimo, entende que deva ser levado em consideração para a fundamentação das decisões desse Douto Juizo.
[Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela confusão patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte, ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica.] [Art. 49. Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar, o juiz, a requerimento de qualquer interessado, nomear-lhe-á administrador provisório.]
7. Ora! Se dos documentos dos autos não se pode comprovar a legitimidade, legalidade e idoneidade da eleição obrigatória da Administração, tão pouco da posse da mesma Administração, me parece, exatamente a previsão do Art. 49 do CC, por FALTAR A ADMINISTRAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA.
8. Ainda que houvesse, em tese, sido cumpridas todas as formalidades legais para as eleições gerais, impõe o Art. 59, Item 2, Parágrafo único, a convocação especialmente convocada para a alteração do Estatuto. Isto é. Considerando que o atual Estatuto não atende à CF/88 e as disposições do Novo Código Civil, para a validade de toda e qualquer eleição, primeiro deve haver a especial, alterando o Estatuto, para o atendimento das disposições legais e as demais subsequentes. Exatamente as modificações legais, representadas pela legislação citada, interrompe os vícios da continuidade, orquestrada pelos interesses neocoloniais, que reconhece em apenas “alguns privilegiados” o direito á representação da entidade, alijando os verdadeiros donos do poder.
9. Milhares e milhares de pessoas – sócias ou não, frequentavam o CGAC, nas atividades sociais, como os festivais de música, com mais de dez mil pessoas, presença da Rádio Nacional, de jurados, como o Jornalista e historiador Sergio Cabral e esportivas, como partidas de futebol disputadas no Estádio Ítalo Delcima, entre a equipe do CGAC e outras do nosso Estado com a estrondosa lotação máxima das arquibancadas e até os espaços ociosos, até que o clube a pouco e pouco, passou a representar um nada, que se estende por décadas. No entanto, estando na condição de sucumbido total, o Senhor João Neto, por suas palavras em algumas oportunidades, sendo reconhecidamente um ícone do clube, não se conformava com aquele estado deprimente, que seus pais e outras famílias tradicionais desenvolveram em Campo Grande, decidindo obrar para o soerguimento e continuação das atividades sociais e esportivas.. No entanto, a continuidade da falta de eventos e consequentemente de associados, o aparecimento de outras atividades sociais, e também da própria cultura campograndense, marcaram a guinada dos associados, como alternativa à sucumbência do CGAC, determinando a persistência do estado calamitoso do clube, que passou a se constituir em um negócio próprio do administrador – despersonalizando a pessoa jurídica da instituição, e se perpetua no poder, alugando espaços para comerciantes, como a Feirinha de Itaipava, Escola da Natação, com o uso da piscina e espaços, auto-escola e outros, surgindo daí, o movimento comunitário com mais de mil signatários do Abaixo Assinado, levado à efeito pela Comissão em Prol do Campusca, idealizado pela pessoa do autor, com a aderência dos associados que tomaram conhecimento do movimento, cujo mérito é a saída imediata do administrador ilegítimo – Senhor João Éllis, para que se conquiste o cumprimento de sua própria meta original – o retorno aos tempos áureos.
10. A Comissão em Prol do Campusca, em nenhum momento cogitou da formação de chapa para a realização das eleições, mas sua meta, foi, é e será, o retorno aos tempos áureos, tal como a originalidade do Senhor João Neto, através da declaração dos direitos das partes – A Administração individual do Senhor João Neto, acrescida de outros administradores/colaboradores, os quais não se tem conhecimento e a totalidade dos subscritores da Comissão, para, em juízo, ser constituída Comissão e não apenas um administrador, para, conforme a norma jurídica, propor o Novo Estatuto, para, em seguida, outra proposição, esta para a eleição da nova administração, com ampla divulgação e participação do quadro associativo, necessário à legitimidade de todas as eleições,. conforme dispuser o Estatuto aprovado e, naturalmente, conforme as chapas concorrentes que surgirem.
11. O que não é razoável, justo ou legal é o processo levado a efeito pelo Senhor João Neto, onde os credores e os Juizos, que consiste na realização de custos para dos negócios particulares do Senhor João Neto, alheios aos associados (donos do clube), que são levados aos juízos pelos credores, por falta de pagamento, até que, também por falta de comparecimento às AIJs e AJ os Juizos, baseados na revelia do (suposto) representante do clube, condena a pessoa jurídica do CGAC aos pagamentos pleiteados pelos credores, sem que os verdadeiros donos da instituição – o quadro associativo, tenha obrado para a realização de tais dívidas.. Pior! Por falta de cumprimento da sentença, os vencedores, logrando êxito, executam por penhora, não os bens particulares do Senhor João Neto, mas o patrimônio de propriedade de milhares de associados, também à sua revelia [esta, ao contrário, sem o conhecimento dos sócios e em seu desfavor] e bloqueio da Ampla Defesa Legal, assegurada aos extremos, no Art. 5º Constitucional. Eis que o dispositivo legal, não se contentando com a expressão “Defesa Ampla”, saindo do genérico, definiu também os caminhos para a sua busca, ao assegurar também – COM OS MEIOS E RECURSOS A ELA INERENTES, como é o caminho desta via judicial, única capaz de Declarar o Direito das Partes, através da prova ou de sua conversão em tal, pelos caminhos indicados pela Constituição.
12. Data vênia, como esse e outros Juizos não reconhecem os direitos garantidos pela CF/88 e leis extravagantes, ao contrário, negando os pedidos – ou a própria existência desses pedidos, entre eles do recebimento de comissão dos violados, ultrajando ainda, os direitos constitucionais, ao decidir sobre o “desentranhamento do petitório”, desconsiderando os direitos à propriedade, à cidadania e até ao respeito, pelo suposto ânimo em não reconhecer a personalidade de milhares de pessoas lesadas.
13. No entanto, a Comissão em Prol do Campusca, recebeu o pálio do Ministério Publico do Estado do Rio de Janeiro, através da instauração do Inquérito 949/2011, o qual, como acima referido, solicita a comprovação das alegações feitas, por ocasião da denúncia apresentada, cuja efetivação só pode ser pelo órgãos com poderes para tanto, como o Poder Judiciário e seus componentes, como Cartórios e outros, no lugar das vias do “boato”, com as quais se pode valer a Comissão.
14. Sendo o corpo humano obra ímpar do processo de criação da natureza – ou Deus, como creem alguns, possui o homem órgãos autônomos, mas a autonomia não importa em separação, operando-se todos, em harmonia sequencial para a continuidade da vida. Se assim é, qual a razão do tecnicismo – ou burocracia, como diz o homem simples do povo, na argumentação judicial, da falta de profissional legalmente habilitado? Da instituição da profissão de Advogado e sua função, não se pode ter por razoável o entendimento obtuso de sua finalidade unicamente técnica, mas ao contrário, à garantia da balança do Temis, que pesa num dos pratos o Direito e no outro, a justiça. Ora! Se no corpo do instrumento peticionário relata as tentativas frustradas de contratação de Advogados e Defensoria Pública, exatamente pelo tecnicismo sem causa, ou suposta forma de não contrariar interesses profissionais, a decisão do desentranhamento é a continuidade do método advocatício.
15. Em todos os países livres, desenvolvidos e democráticos, que subjulgaram a barbárie, a Lei submete a todos. A Lei Maior é a CF/88. Logo no Art. 1º, estabelece a natureza dos poderes e sua legitimidade, dispondo em seu texto “Todo o poder provém do povo.......”, e ainda não se ousou derrubá-lo ou minimizar sua amplitude, ao contrário, se mantendo firme e vigoroso. Data vênia dos Advogados, a Lei que estabelece as normas de funcionamento deste prestigioso instituto, teve vários artigos e dispositivos revogados, por macular o texto Constitucional, em detrimento dos direitos personalíssimos, pelo órgão máximo do Poder Judiciário – o STF.
DOS PEDIDOS
1. Requer que este Douto Juizo remeta ao Ministério Público, conforme acima e os anexos, ambos os autos, para que o mesmo possa se manifestar na defesa dos interesses Difusos e Coletivos, agora, com poderes legalmente constituídos, em atendimento ao pleito judicial.
2. Requer que seja sobrestado o item 2, do Despacho referido, para o não desentranhamento do petitório subscrito pelo Autor em nome da Comissão em Prol do Campusca, em consideração aos nomes de todos os subscritores do abaixo assinado em defesa dos interesses difusos e do quadro associativo, permanecendo o restante dos autos em seu desenvolvimento normal, mas agora, com a efetiva Defesa Ampla e legitimidade de estar em juízo, para a busca e proteção dos Direitos Difusos e Coletivos.
Art. 59. Compete privativamente à assembléia geral: (Redação dada pela Lei nº 11.127, de 2005)
I – destituir os administradores; (Redação dada pela Lei nº 11.127, de 2005)
II – alterar o estatuto. (Redação dada pela Lei nº 11.127, de 2005)
Parágrafo único. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembléia especialmente convocada para esse fim, cujo quorum será o estabelecido no estatuto, bem como os critérios de eleição dos administradores. (Redação dada pela Lei nº 11.127, de 2005)
Reprodução da solicitação do MP e a resposta do Senhor João Neto.
MPRJ IC nº 949/2011
Entradax
Eline Paiva Da Silva Duarte Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. 14:27 (7 horas atrás)para mim 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva e Defesa do Consumidor e do ContribuinteComarca da CapitalRua Rodrigo Silva, 26, 7º andar, Centro, Rio de Janeiro – CEP: 20011-902Tels.: (021) 2240-2081 / (021) 2240-2149Registro nº IC nº 949/2011.Ofício nº 466/2012 – 4ª PJDC========================================================================================================================Ilustre senhor========================================================================================================================EMENTA: CAMPO GRANDE ATÉTICO CLUBE – SUPOSTA MÁ PRESTAÇÃO COM PROCEDIMENTOS DILAPIDADORES DO PATRIMÔNIO E ATIVIDADES ESTRANHAS AOS INTERESSES DOS ASSOCIADOS – FALTA DE PRETAÇÃO DE CONTAS – AUSÊNCIA DE ELEIÇÃO PARA A PRESIDÊNCIA DO CLUBE.
Ilustre Senhor,De ordem da Exma. Promotora de Justiça Dra.Helena Rohen Leite, venho pela presente, solicitar a V.Sa.,no prazo de 30 (trinta) dias, se manifeste acerca da resposta do Campo Grande Atlético Clube, informando se as irregularidades inicialmente apontadas subsistem, enviando documentação comprobatória das alegações.
V. Sa. poderá telefonar, para informar o solicitado, caso não consiga responder esta mensagem.
Atenciosamente,
Eline Paiva da Silva DuarteTécnica do Ministério Público
Mat. 4538 resposta Campo Grande.PDF88K
Exibir como HTML Baixar
A resposta do Senhor João Abrahão Éllis, por haver sido postada em HTML, restringe a colagem de cópias. Assim, para a democratização da referida resposta, com o devido conhecimento da Serventuária do MPRJ, por contato telefônico, o texto da resposta, foi redigitado em outro arquivo, que possibilita a postagem ora levada a efeito.
CAMPO GRANDE ATLÉTICO CLUBE
Rua Artur Rios, 1270 – CEP 23013-470 – Campo Grande – Rio de Janeiro
CNPJ 33.723.016/0001-81
Tel. (21) 2416.0515
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.Ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva – Defesa do Consumidor e Contribuinte – Núcleo da Capital
DD. Promotora de Justiça
Drª HELENA ROHEN LEITE
Em resposta ao vosso ofício nº 1.145/2011 – 4ª PJDC, datado de 26.10.2009, referente ao inquérito PJDC nº 949/2011, cumpre-me informar que parte das informações solicitadas no ofício em epígrafe, foi apresentada na notificação que nos foi feita no inquérito civil PJDC nº 552/2006
Entretanto, seguem abaixo mencionadas as seguintes informações:
I) A última eleição para presidente do clube ocorreu em 07.07.2009 em atendimento à convocação do Presidente administrativo do Clube, Sr. JOÃO ABRAHÃO ELLIS NETO, conforme edital de convocação fixado no quadro de aviso do clube no dia 10.06.2009 e posteriormente publicado no jornal O Dia no dia 30.06.2009.
II) A prestação de contas é apresentada anualmente, conforme determinação do estatuto do clube;
III) Por estarmos aguardando decisão judicial sobre a eleição e por os membros da diretoria não estarem empossados (conselho administrativo e conselho fiscal), conforme o processo judicial nº 2003.205.006812-2, as declarações não foram entregues nos prazos previstos em lei;
IV) Em face da não apresentações das declarações de imposto de renda dentro do prazo previsto em lei, a Receita Federal do Brasil suspendeu o cadastro do CNPJ do clube, até que sejam cumpridas as exigências para sua regularização, cabe ressaltar que todos esses transtornos causados foram oriundos de ações judiciais que não prosperaram mais que causaram um grande prejuízo para o clube;
V) Não existem anotações nos anais do clube impedindo qualquer associado quites com suas obrigações de acessarem o clube, salvo os associados com taxa de condomínio mensal em atraso ou suas carteiras sociais vencidas;
VI) A administração do clube observa que o noticiante confunde a falta de obras de restauração com dilapidação do patrimônio e que também desconhece a forma prática de atividade estranha aos interesses dos associados;
VII) Segue em anexo, cópias xérox dos documentos para serem acostados no presente oficio de resposta ao MP:
1) Oficio de convocação de eleição;
2) Convocação de Assembléia Geral;
3) Edital de publicação no jornal Meia Hora – 02.06.2009
4) Edital de publicação no jornal O Dia – 30.06.2009
5) Oficio do recebimento de inscrição de chapa da eleição do conselho deliberativo e relação dos sócios com indicação nominal e assinaturas;
6) Oficio de solicitação de policiamento para PMERJ;
7) Oficio de comunicação ao MP – 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Defesa do Consumidor e Contribuinte do Núcleo da Capital, referente ao Inquérito Civil PJDC nº 552/2006;
8) Comunicação ao MP – 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Defesa do Consumidor e Contribuinte do Núcleo da Capital, referente ao oficio nº 258/2007;
9) Cópia da Ata de posse da diretoria do Campo Grande AC;
10) Cópia do ESTATUDO do CAMPO GRANDE AC;
11) Cópia da SENTENÇA JUDICIAL da 1ª Vara Cívil de Campo Grande/RJ, referente
Processos 2003.205.004842-1 e 2003.205.006812-2;
Igualmente, colocamo-nos a disposição para eventuais e futuras solicitações.
Sem mais para o momento, reitero protestos de elevada estima e consideração.
JOÃO ABRAHÃO ELLIS NETO
Presidente Administrativo
Atenciosamente
Campo Grande, RJ 16 de abril de 2012.
Gilberto José Muniz
[Presidente da ACZO e da Comissão em Prol do Campusca.]
Última atualização (Qui, 19 de Abril de 2012 22:29)
MELHORAL: O analgésico do Cotidiano de Campo GrandeEm pesquisas para a formação do acervo do Museu de Campo Grande, entre outros textos, encontrei no Jornal Patropi, Ano 2, abril/73, página 6, In fine, matéria sob o título. GENTE MELHORAL: O analgésico do Cotidiano de Campo Grande, originalmente publicado pelo extinto Jornal de Campo Grande, entrevista completa sem referência à sua data. Do texto se infere o nome de batismo, de seus pais, da homenagem à sua mãe, emprestando o nome à Rua Ferreira Borges, seu parentesco com Miécimo e Daniel Silva, de sua doença e outras referências. “Há quase em todo bairro da Guanabara um tipo pitoresco, desses que se divertem divertindo os outros. Tipos que recebem dos populares qualquer ajuda, até mesmo uns “trocados”. Ainda lembramos, de um chamado “Perereca”. É claro que o sujeito nada tinha de parecido com o tal batráquio, mas fazia questão de ser tratado pelo apelido. Pois bem. Campo Grande não podia ser a exceção. Nós temos aqui na Cidade um tipo demais popular, e o que é mais importante, estimado por todos. Ninguém em sã consciência pensa em fazer-lhe mal. Pelo Contrário, o ajudam. Gostam de ajudá-lo. A família campograndense vê nesta figura um complemento da alegria cotidiana. Estamos falando de Antônio Santos Paiva, mas conhecido como “Melhoral”, que apesar de não ser analgésico, ameniza com suas brincadeiras e galhofas, muitas dores de cabeça, daqueles que com ele se distraem. “Melhoral” na ocasião da entrevista, vestia terno azul escuro listrado, gravata, calçava um sapato bem engraxado e trazia na cabeça um quepi semelhante ao usado na Marinha. Indagado sobre sua idade e instrução disse que conta com 45 anos e que estudou na Escola Venezuela até a 3ª série, mas que lê muito mal. Declarou que é fã incondicional de Roberto Carlos e Wanderléia, porque também acompanha o ritmo da juventude. Perguntado se é acostumado a beber cerveja ou qualquer outra bebida alcoólica disse que “Só bebo água e café, jamais bebendo outro tipo de bebida, por me fazer mal”. Fez questão de ressaltar que é primo em primeiro grau do Ex-Deputado Miécimo da Silva e do candidato Daniel Silva. E sobre a sua saúde comentou “que aos três anos de idade contraí uma enfermidade que apesar de tratamentos em hospitais especializados, não tive grandes melhoras” Nasceu no Rio da Prata e é filho de João dos Santos Paiva e de Adelaide Ferreira Borges – que empresta seu nome a Rua de Campo Grande – já falecidos. Como um bom desportista que é, também gosta de futebol, ressaltando que “Apesar de estar atravessando péssima fase, torço pelo Flamengo” Atualmente “Melhoral” vive com seus parentes na Estrada da Caroba. Formou-se curiosidade em torno da origem de seu apelido, e “Melhoral” esclareceu que “Ah!.....Eles me apelidaram assim porque para mim não há tempo ruim. Eu tanto brinco no sol como na chuva” “Melhoral despediu-se daqui da turma, afirmando que de Campo Grande nunca sairá. E lá se foi, com aquele sorriso e trejeitos que o caracterizam como “Melhoral”. A história pouco conhecida do major Archer, um herói nacional e campograndense com "C" maiúsculo.Copiado do site indicado abaixo, onde se pode ver o autor do blog e comentários, inclusive as imagens correspondentes, que o autor confessa ausentes da publicação, por sua falta de conhecimento da TI, capaz de copiar também, as imagens, desde logo se compromentendo a estudar a matéria para melhor atuação na web. Boa oportunidade também para pessoas capazes e interessadas nos assuntos culturais de Campo Grande, através de seu voluntariado. Outrossim, tratando-se de um campograndense, é natural a inclusão da personalidade de Manoel Gomes Archer no acervo do Museu de Campo Grande em formação, a ACZO encomendou a Mestre Saul a preparação de molde para a fundição futura em bronze, do busto do homenageado, na expectativa de lograr êxito em patrocínio para a efetivação da obra e sua exposição na Praça Mário Valadares, no Rio da Prata em Campo Grande, um dos caminhos para a subida do Pico da Pena Branca, a segunda maior floresta do rio e a mais próxima à propriedade do Major Archer, em Guaratiuba, Campo Grande, RJ, que se constituiu no comandante da primeira experiência no mundo de regeneração pela mão humana de uma mata primária. Entre outras figuras importantes, sendo Archer um campograndense o pai da silvicultura no Brasil, desmistifica o complexo de viralatas incutido aos campograndenses. Instigada pelo caput do texto do autor, a ACZO escreveu ao Banco Central do Brasil, Correios, Casa da Moeda e outros órgãos pleiteando a efetivação da proposição do autor, num elenco variado de homenagens, em selos, moedas, células e outros. Particularmente, encomendou à Casa da Moeda a doação ou, não sendo possível, a compra da única homenagem prestada - a cunhagem em prata, da medalha comemorativa dos 15o anos do inmcicio do trabalho de Archer, ao preço de R$ 302,00. Outra oportunidade para campograndenses abastadas e interessadas no resgate e nossa história,, proceda à compra e doação para o Museu de Campo Grande. A história pouco conhecida do major Manoel Gomes Archer, um herói nacional Compartilhe: Twitter “Em outros países ele seria herói nacional, teria selo, seria efígie de nota de dinheiro, daria nome a ruas e escolas. Aqui é ignorado”, lamenta o escritor, jornalista e diplomata Pedro Cunha E Menezes, ex-diretor do Parque Nacional da Tijuca, o mais visitado do País.
O major Archer, que comandou o replantio da Floresta da Tijuca, “ele” a quem Pedro se refere é o major Manoel Gomes Archer, que em janeiro de 1862, há exatamente 150 anos, semeou as primeiras mudas no replantio da floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Contrariando as ordens recebidas de como proceder, ele comandou a primeira experiência no mundo de regeneração pela mão humana de uma mata primária. Foi o pai da silvicultura no Brasil. Se o Rio vai receber em junho uma centena de chefes de Estado e de governo na conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20, marcando os vinte anos da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Unced), é por causa desse feito, ocorrido há um século e meio.Hoje o Rio abriga a maior floresta urbana do planeta e a primeira ser refeita em um projeto pioneiro que mostrou ao mundo que o homem podia reverter o processo de desmatamento e evitar problemas ambientais.E, no entanto, o aniversário foi na semana passada, no dia 4, mas ninguém lembrou. Não houve festa, nem mesmo nota nos jornais. E nenhum governo achou que valesse usar algum dinheiro das centenas de milhões de reais gastos em propaganda anualmente. No meio do ano, a Casa da Moeda lançou uma moeda comemorativa. E foi praticamente isso O abastecimento de água ameaçava a capital A principal pessoa por trás desse feito é pouco conhecida no Rio e ignorada no resto do Brasil. Pouco se sabe sobre o major Archer. Assume-se que era da Guarda Nacional, força paramilitar criada no Império para suprir a falta de um exército profissional – e em que a patente correspondia ao número de homens que um cidadão-eleitor conseguia arregimentar.Ele nasceu em 21 de outubro de 1821 e era engenheiro. A historiografia oficial não registra se teve filhos, nem quando e como morreu. Ele tem apenas uma foto conhecida. Mas isso são lacunas biográficas que não diminuem sua importância, embora sirvam para reforçar a tese de que este é um País sem memória.Archer tinha uma fazenda em Guaratiba, na zona oeste da cidade, onde mais tarde viria a funcionar a fundação Leão XIII, órgão estadual de assistência social. Ele gostava de botânica e mantinha mudas de espécies nativas lá, que foram usadas no replantio da floresta.Plantação de café na Gávea Pequena, feita por Owen Stanley em 1847 O major Archer foi recrutado por D. Pedro II para reverter uma situação que ameaçava a capital do Império. O principal problema era a crise de abastecimento de água, decorrência do desmatamento da floresta da Tijuca. Só restava vegetação nativa nos topos dos morros e nas encostas mais íngremes.“Os mananciais assorearam-se e, sem ter as copas das árvores para amortecer a queda dos pingos de chuva, a erosão do solo aumentou muito, carreando barro para os córregos e rios, fazendo chegar aos chafarizes da cidade uma água cada vez mais turva, cheia de impurezas e menos potável”, explica Cunha E Menezes. Contrariando as ordens O decreto imperial foi assinado em dezembro, mas as primeira mudasforam plantadas apenas em 4 de janeiro de 1862. E Archer contrariou as ordens recebidas. O decreto estabelecia que o reflorestamento fosse feito “em linhas paralelas retas entre si, sendo as de uma direção perpendiculares às de outra”. Archer optou por um replantio aleatório. Durante 12 anos, foram 80 mil mudas com variedades de espécies e privilegiando as da mata Atlântica.E não foi um trabalho sem oposição. Quando começou, a floresta da Tijuca era ocupada por uma centena de pequenas e médias chácaras, que serviam de veraneio para a elite econômica do Império ou abrigavam decadentes plantações de café.O ciclo cafeeiro na cidade foi iniciado e impulsionado por franceses. Inicialmente, expatriados pela revolução francesa, em seguida, oriundos das fileiras bonapartistas. Pedro Cunha E Menezes explica que o padrão era “comprar, desmatar, vender a madeira como carvão vegetal e plantar café no terreno limpo”. O período de boom desse sistema ocorreu na primeira metade do século 19. Interesses contrariados. Sem o major não teríamos a floresta da Tijuca atual e, certamente, a história da cidade, e a vida nela, seria distinta. Mas outras pessoas tiveram papel importante no processo, como Tomás Nogueira da Gama, que ficou encarregado do replantio em uma área contígua à floresta da Tijuca, nas Paineiras.Do ponto de vista político, de projeto do Estado, dois personagens foram fundamentais. Além do próprio imperador, que tomou a decisão política de enfrentar o problema. O ministro dos Negócios, Luís do Couto Ferraz, futuro Visconde de Bom Retiro, foi quem conduziu a questão, de extrema complexidade.Obra de Rugendas retrata a experiência mal sucedida de importar chineses para plantar chá nas encostas da florestaPetrópolis ainda não era a cidade de balneário usada pela elite da corte para fugir do verão e das doenças e epidemias da estação. Desde D. Pedro I a família imperial veraneava na floresta. A capital não contava com rede de esgoto e os dejetos eram jogados no meio das ruas estreitas. Um recanto como a Floresta da Tijuca, era praticamente uma imposição sanitária.“Todo mundo que era importante tinha casa lá e ninguém queria sair. O replantio ocorreu em uma área em que estava 90% do PIB do Brasil na época. O D. Pedro II comprou a briga e o Visconde de Bom Retiro fez a costura política”, conta Cunha E Menezes.Para dar o exemplo, o próprio Visconde de Bom Retiro e sua família tiveram as terras desapropriadas. O Barão de Mauá, o Barão de Itamaraty, o Conde de Bonfim e o doutor Cochrane (um dos principais empresários da corte), tinham propriedades por lá.O Visconde de Bom Retiro foi bem sucedido em quebrar resistências ao propor que além de ajudar a preservar os mananciais e a regular o clima, a floresta regenerada poderia ser uma área de lazer – em consonância com o que acontecia nas principais cidades do mundo. Afinal, essa era uma época dourada do paisagismo, com a remodelação do Bois de Boulogne, em Paris, e a criação do Central Park em Nova York e de novos parques na Inglaterra. Mitos equivocados Há alguns mitos envolvendo a história do replantio. Um deles é que Archer teria empreendido a tarefa apenas com seis escravos da Nação – sobre os quais se sabe menos ainda, apenas os nomes (Constantino, Eleutério, Leopoldo, Manuel, Maria e Mateus). Na verdade, os registros mostram que sempre houve trabalho assalariado e que os empregados sempre foram em número superior ao de escravos.Uma corrente afirma que Archer foi boicotado e que ele perdeu apoio. Cunha e Menezes salienta que o reflorestamento coincidiu, em certo momento, com a Guerra do Paraguai (1864 a 1870). “O foi o maior dreno de recursos da história do Brasil. O Archer não interrompeu o trabalho em nenhum momento. Todo o resto do País quase parou e o dele continuou”, contemporiza.E sobre a falta de apoio oficial, é importante notar que D. Pedro II levou Archer com ele para a Exposição Mundial na Filadélfia, em 1876, e, após sua saída do parque, o nomeou para cuidar da fazenda imperial, justamente para que fizesse o mesmo trabalho de recomposição da mata feita na Tijuca. Parque e Floresta da Tijuca não são a mesma coisa Criado há 50 anos, o Parque Nacional da Tijuca é herdeiro desse processo. Embora tenha uma área da Floresta da Tijuca seus limites não coincidentes. E o próprio reconhecimento popular do que seria a floresta da Tijuca ficou mais abrangente com o passar do tempo.O parque divide as zonas sul e norte da cidade. Ele se divide em quatro setores (identificadas no mapa abaixo com as seguintes letras): a) Floresta da Tijuca; b) Serra da Carioca; c) Pedra Bonita/Gávea; e d) Pretos Forros/Covanca. É a menor unidade de conservação do País, com 3.953 hectares (3,5% do município), mas é o mais visitado do Brasil, com 2 milhões de pessoas – muito por causa do Cristo Redentor, que está dentro de seu território.A chefe atual do parque, Maria de Lourdes Figueira, diz que há um estudo para ele seja ampliado, mas não há previsão de aprovação.“Apesar de sabermos que outros personagens contemporâneos e posteriores ao Major Archer também contribuíram para o reflorestamento do Parque, foi ele quem capitaneou e organizou o início do projeto. E, ainda que tenha sido a regeneração natural responsável por quase 90% desse reflorestamento, a contribuição do homem tornou-se importante não somente pelo ato de replantar em si, mas também pelo fundamento de conservação de áreas verdes. Se hoje temos uma cidade que se candidata junto a Unesco na categoria Paisagem Cultural, é porque temos um Parque Nacional exuberante, ainda que em meio à cidade”, afirma ela.A imagem por satélite dá uma noção da importância da Floresta (em verde) para o resto da cidade do Rio. As quatro áreas do Parque Nacional estão destacadas: a) Floresta da Tijuca; b) Serra da Carioca; c) Pedras Bonita/Gávea; d) Covanca e Pretos Forros Autor: Luiz Antonio Ryff Tags: Floresta Nacional da Tijuca, Major Archer, Parque Nacional da Tijuca, Pedro Cuna E Menezes, Rio+20 Última atualização (Sex, 17 de Fevereiro de 2012 00:18) AS MOLDURAS E AS FOTOS DOADAS POR D. LEDA FILHA DO MAESTRO RUBENS
CÓPIA DE E-MAIL ENVIADO NESTA DATA. GILBERTO JOSE MUNIZ 17:27 (4 minutos atrás) para marisolnet Caros Senhores Rogério e Paulinho Todos os homens nascem livres, não obstante esta liberdade, as relações entre segmentos da sociedade impõem requisitos de comportamento mútuos. Campo Grande sempre foi um curral político comandado pelo eterno coronelismo [Nas pesquisas para o resgate da História de Campo Grande, pude ler e analisar muitas teses sobre o tema], que se funda no poder político e comercial. O comércio, notadamente em regiões como Campo Grande, afastadas do Centro da Cidade, primam pelas relações cordiais entre empresários e consumidores. Eventuais adesões a grupos da sociedade, culturais por exemplo, doações e outras facilidades, se pode classificar como “caridade” ou “legítima contribuição, pelo reconhecimento exatamente da parceria entre o capital e o consumo” Num primeiro momento, a adesão de Paulinho, como associado pessoa jurídica, contribuindo mensalmente em nome da Marisol e Rio Sampa, me pareceu “parceria” e não “caridade”, como suposição pelas relações comerciais e utilitárias. Além das contribuições estatutárias e também avulsas, valiosas para a ACZO. O primeiro incidente se deu através da negativa para o empréstimo de DVD sobre Garrinha, sendo preferida a compra de uma caixa com 6 filmes que incluía Garrincha. Em que pese a grande procura, recebida a caixa pelos Correios, a mesma foi imediatamente emprestada à Mirasol, em consideração à contribuição total para sua compra. Do mesmo modo, ao longo do tempo, foram emprestadas umas 20 obras, entre livros, revistas e outras. Quase um ano decorrido, com pedidos e mais pedidos de outros associados, não conseguia nenhuma resposta sobre a devolução dos empréstimos, nem mesmo uma palavra, culminando com a negativa da tomada do empréstimo e o imediato cancelamento das inscrições da Mirasol e Rio Sampa o que atende aos requisitos da liberdade, de fazer ou deixar de fazer alguma coisa. Ocorre que havia entre os funcionários, quase duas dezenas de contribuintes pessoas físicas, que à partir daquele momento também se desligaram da ACZO, sem explicações, exsurgindo a possibilidade do coronelismo. Tais empréstimos de obras efetuados e negados pelo Sr. Paulo, em certo dia, foram devolvidos por Rogério, provando a existência delas. Tão pouco a caixa pertencia ao Senhor Paulinho, pois ACZO tem os comprovantes de sua compra. O que ocorreu foi a recusa do empréstimo do DVD de Garrincha e não da caixa com 6 DVD’s. Se o desenvolvimento é a meta do empresariado, também o é o da população (os clientes), traduzido na melhoria de suas vidas. Esta ruptura entre empresários e consumidores, quanto à negativa de propiciar uma beirada que seja em favor da cultura, não encontra fundamento na economia, pela representatividade nula das contribuições. [R$ 10,00 ou R$ 2,00,respectivamente pessoas jurídicas ou físicas], ou, alguma coisa, que em contraste com o faturamento/lucro, nem de longe se equipara ao preço de uma bala. Tenho ouvido à torto e à direito, que biblioteca, museu, centro cultural, teatro, oficinas de artes representam balelas. Um museu ao mostrar o passado, não apenas cumpre um papel de arquivo, mas, sobretudo as mudanças comportamentais, o modo das conquistas para o desenvolvimento. Pesquisando nossa história encontrei 30 anos de atuação do SESC em Campo Grande e sua desativação nos anos 70, pela atuação das associações de empresários. Se o SESC é um direito dos comerciários, pela sua fonte de custeio se fundar nos salários deles, oportunizando colônias de férias, espetáculos circenses, de teatro, música, dança e tantos outros, os de Campo Grande tiveram seus direitos violados exatamente por seus patrões. Os métodos empresariais são rudes. A Rodoviária de Campo Grande, planejada para o acoplamento de viaduto para ligação mais direta entre as duas partes da Cidade, foi barrada pelos empresários. No inferno do trânsito, encontramos os expedientes empresariais cavilosos. De logradouro público, destinado ao escoamento da produção agrícola de Campo Grande, gerando emprego e renda, empresários lograram êxito na transformação de logradouro público em um bem “privado” o Marcado São Bras”, impedindo o emprego e renda dos produtores e o sagrado direito de ir e vir dos pedestres. Na gestão Cesar Maia, foi aprovado projeto para o corte de todas as árvores do Calçadão e construção de “empresas particulares na via pública”, barrado por milhares de assinaturas colhidas no mesmo dia de inicio dos trabalhos. Por falta de dignidade e com escárnio, já estando a verba liberada, o seu destino teve participação dos freqüentadores da Geriatria, sendo aprovada à infernal intervenção no túnel (estabelecimento de dezenas de mini lojas e o pessoal necessário, sem levar em conta a idade de 60 anos do túnel e sua falta assombrosa de espaço e outras contingências graves e as autorizações abusivas do avanço de lojas comerciais no âmbito das calçadas, inclusive entrada e saída de pessoas no túnel). A ACICG, desavergonhadamente, por matérias pagas, propõe nova investida, agora travestida pela transformação do logradouro público em “Área de Alimentação, como num shopping”, novamente propondo a violação do direito de ir e vir. Assim como o governador troglodita de SP, que violou brutalmente os direitos de 9, 6 mil pessoas em Pinheirinho, incluindo crianças de meses e até dias, por Policiais Militares sem seus respectivos nomes obrigatórios ao peito, recebe 78% de aprovação dos paulistanos. Acredito, conforme veiculações empresariais, que 90% dos pedestres aprovarão a continuação da invasão do Calçadão da Cel Agostinho. É triste. Existem dois logradouros públicos entre a R. Mario Barbosa e R. Olinda Éllis, que envolvem dezenas de crimes. A Prefeitura autorizou a construção de condomínio, cortando as ruas ao meio. Isto é. Só passaram a existir da R. Mario Barbosa até o condomínio. Que coisa!. A R. Olinda Éllis, por sua vez, exculpado em homenagem à família Éllis, os representatntes políticos de Campo Grande, mudou a categoria da “Estrada Joari, para Rua Olinda Éllis”, como se uma rua pudesse absorver o trânsito de uma estrada. É crime! O Hospital Joari, desde 1994, constrói prédios e mais prédios sem a exibição da obrigatória placa indicativa da regularidade das construções. A calçada tendo menos de 2 metros, desde os anos 70 foi aumentada para 6 metros pelas vizinhas construções que surgiram. O Hospital Joari, no lugar do cumprimento, alargando a calçada para 6 ou mais metros, como deve determinar a regulamentação atual, avançou no espaço de recuo, construindo prédio de 9 andares, sem placa, mantendo tudo absolutamente igual aos anos 50. Eis a força dos empresários coronelistas. Em março/2009, aprovei projeto por renúncia fiscal no Estado, que capacitaria a ACZO em R$ 122.200,00 para o final de 2009 e R$500.000,00 para cada um dos dois anos seguintes. Estando na Repartição fiscaldo do ICMS em Campo Grande, estarrecido, soube que “nunca houve cadastros de patrocinadores naquela repartição”, o que garantia a falta de patrocínios. Aprofundando as pesquisas, descobri empresa que aplica em entidade própria valores aprovados para a cultura. Como ilustração do tratamento recebido dos empresários cito. Nenhum atendeu ou respondeu e-mails enviados. São Deuses! Estando no MSB para palestra sobre ordem pública e tendo em vista a demora de quase 2 horas do conferencista, fui instado por presentes (que bem conheciam a posição do Presidente da ACICG), a levar a questão ao seu conhecimento. Depois da pergunta simples – não de apontar patrocinadores, mas apenas, autorizar a publicação do Decreto Estadual, na Revista Sucesso, editada pela ACICG, no sentido da comunicação aos empresários, que poderiam ou não participar, a resposta teve apenas uma palavra “não” e muitas risadas de todos. Envergonhado, disse que procuraria outras associações, já que o incentivo era estadual. Agora, pior do que risos, fui agredido pelas palavras selvagens do Presidente dos empresários “Se você tiver dinheiro para as passagens, é uma questão sua”, confundindo propositadamente as pessoas da ACZO com a minha, além de me considerar necessitado sem mesmo me conhecer. Que rudeza! É desse modo rude que a cultura tem sido tratada pelos empresários de Campo Grande. A ACZO envia para esta empresa e outras e-mails, mantém contatos telefônicos e presenciais, sem que note a elegância do simples atendimento, mesmo tratando-se de compra e venda, como é o presente caso. Agora, não refiro a associação, contribuição ou assunto congênere.Trata-se de menosprezo consciente. Em contato com a gerência sobre a troca de materiais comprados e pagos, mas inservíveis à sua finalidade, pela falta de conhecimento profissional por ser leigo e voluntário, mas imbuído da necessidade da construção de molduras das imagens doadas por Dona Leda, filha do Maestro Rubens, exibindo a imagem dele, de seus alunos, de ruas e outras imagens dos anos 40/50, para a constituição em acervos para o Museu de Campo Grade à ACZO, também não logro êxito, já por dezenas de tentativas. Hoje, em contato telefônico com o Senhor Rogério, o mesmo condicionou a troca mediante a devolução por minha pessoa. Ora! As coisas não se afirmam, mas se provam. No ato da compra, em que pese o incômdo e peso,, optei em transportar o amarrado de réguas à pé, até minha residência na Rua Cumai. Portanto, não se trata de “vantagem” como sou feito crer por todos. Até porque, nunca existiu pressa, mas até a compreensão e recomendação para o aproveitamento de viagem próxima à minha residência. A questão é tratada pelo CODECOM como direito do consumidor, até porque, dias após a compra já se cogitava da troca, apenas se aguardando a solução proposta pela empresa que nunca era anunciada. Registre-se que a preferência encontrada pelo Senhor Rogério é o ajuizamento de ação, afigurando-se o tratamento rude e de asco ao cliente, além de não corresponder aos interesses comerciais, conforme as ciências e a moral da vida. Conforme o inicio, sou livre, decidindo abandonar a causa em favor da minha e da paz e de todos. No entanto, acreditando no direito dos campograndenses em bem conhecer as operações da ACZO, incluirei este texto nas matérias do site WWW.culturalzoeste.com.br e outras postagens, bem como excluirei, depois de enviado este texto, o endereço de e-mail fornecido pela Mirasol, atendendo pedido do Senhor Rogério, que acrescentou fornecer seu e-mail apenas a amigos, embora referido e-mail não está ligado à amizade, mas aos negócios da empresa, para uso de seus clientes, conforme a cultura do SéculoXXI faz supor. Atenciosamente Última atualização (Dom, 12 de Fevereiro de 2012 18:29) BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL
Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil. Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente. Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira. Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia. Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos. Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.
BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL
Autor: Antonio Barreto , Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.
Curtir o Pedro Bial E sentir tanta alegria É sinal de que você O mau-gosto aprecia Dá valor ao que é banal É preguiçoso mental E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo Um programa tão 'fuleiro' Produzido pela Globo Visando Ibope e dinheiro Que além de alienar Vai por certo atrofiar A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro Que está em formação E precisa evoluir Através da Educação Mas se torna um refém letrado, 'zé-ninguém' Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão Longe da realidade Onde a bobagem fervilha Não sabendo essa gente Desprovida e inocente Desta enorme 'armadilha'.
Cuidado, Pedro Bial Chega de esculhambação Respeite o trabalhador Dessa sofrida Nação Deixe de chamar de heróis Essas girls e esses boys Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe, Querido Pedro Bial, São verdadeiros heróis E merecem nosso aval Pois tiveram que lutar Pra manter e te educar Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal Com seu discurso vazio. Pessoas inteligentes Se enchem de calafrio Porque quando você fala A sua palavra é bala A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil Carente de educação Precisa de gente grande Para dar boa lição Mas você na rede Globo Faz esse papel de bobo Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal Nosso povo brasileiro Que acorda de madrugada E trabalha o dia inteiro Da muito duro, anda rouco Paga impostos, ganha pouco: Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade Neste momento atual Se preocupa com a crise Econômica e social
Você precisa entender Que queremos aprender Algo sério - não banal.
Esse programa da Globo Vem nos mostrar sem engano Que tudo que ali ocorre Parece um zoológico humano Onde impera a esperteza A malandragem, a baixeza: Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência Não são mais valorizadas. Os "heróis" protagonizam Um mundo de palhaçadas Sem critério e sem ética Em que vaidade e estética São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética Nem projeto educativo. Um mar de vulgaridade Já se tornou imperativo. O que se vê realmente É um programa deprimente Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo "professor", Pedro Bial O que vocês tão querendo É injetar o banal Deseducando o Brasil Nesse Big Brother vil De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço Mal exemplo à juventude Que precisa de esperança Educação e atitude Porém a mediocridade Unida à banalidade Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento De pessoas confinadas Num espaço luxuoso Curtindo todas baladas: Corpos "belos" na piscina A gastar adrenalina: Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo É de nos "emburrecer" Deixando o povo demente Refém do seu poder: Pois saiba que a exceção (Amantes da educação) Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial Um mercador da ilusão Junto a poderosa Globo Que conduz nossa Nação Eu lhe peço esse favor: Reflita no seu labor E escute seu coração.
E vocês caros irmãos Que estão nessa cegueira Não façam mais ligações Apoiando essa besteira. Não deem sua grana à Globo Isso é papel de bobo: Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim Desse Big Brother vil Que em nada contribui Para o povo varonil Ninguém vai sentir saudade: Quem lucra é a sociedade Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor Que nós somos os culpados Porque sai do nosso bolso Esses milhões desejados Que são ligações diárias Bastante desnecessárias Pra esses desocupados.
A loja do BBB Vendendo só porcaria Enganando muita gente Que logo se contagia Com tanta futilidade Um mar de vulgaridade Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade E apelo sexual. Não somos só futebol, baixaria e carnaval. Queremos Educação E também evolução No mundo espiritual.
Cadê a cidadania Dos nossos educadores Dos alunos, dos políticos Poetas, trabalhadores? Seremos sempre enganados e vamos ficar calados diante de enganadores?
Barreto termina assim Alertando ao Bial: Reveja logo esse equívoco Reaja à força do mal. Eleve o seu coração Tomando uma decisão Ou então: siga, animal. FIM
Última atualização (Qui, 16 de Fevereiro de 2012 15:46) |
Copyright © 2009 --- All Rights Reserved.
Template by Sielfree.Com Recensioni film e trailer